levas em cada partida
a veste de um sorriso
e deixas-me prisioneiro do frio
até que o sol me anuncie a sombra
do teu regresso.
Uma calçada para subir com o fulgor da paixão e descer com a convicção de regressar. Um espelho de momentos de contemplação, em que sentado num degrau observo, ouço e sinto privilégios que me sejam concedidos. Um lugar de recato onde semear divagações será a forma de descobrir novos caminhos.