Uma calçada para subir com o fulgor da paixão e descer com a convicção de regressar. Um espelho de momentos de contemplação, em que sentado num degrau observo, ouço e sinto privilégios que me sejam concedidos. Um lugar de recato onde semear divagações será a forma de descobrir novos caminhos.
sábado, 2 de março de 2013
Endereçado
quando no teu corpo
me ofereces morada,
os códigos
são postais que não escrevo
pois os poemas
não passam de cartas
à procura de endereço.
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
Pedra_das... XXVII
lembra-me nos momentos de tristeza e solidão em que o tempo parece isolar-te nas horas demoradas que se vazam,
mas lembra-me, sobretudo, nos dias de folia e festa em que os sorrisos te cercam…
] porque te sentes incompleta!
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
domingo, 24 de fevereiro de 2013
Pedra_das... XXVI
a vida é uma estante onde arrumamos os romances vividos e os outros ainda por abrir ou que nunca chegaremos a escrever.
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
domingo, 17 de fevereiro de 2013
Equação de Eros
o beijo é autorização para as mãos chegarem aos corpos!
mas… a que fogo saberão os lábios
se antes de se tocarem,
os dedos num tacto de cegueira subirem aos pináculos erógenos?
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
Sede seca
quão inconstante é a vida das palavras...
ontem foram-te sede,
hoje secam por já teres o que beber.
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
Amar[-te]
como hei de não amar a tarde, a noite, a madrugada e a manhã
se todas têm o feminino de teu nome
e se de todas preciso para ser o masculino dia?
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
Quantos
quantos,
antes de mim,
te navegaram?
quantos mares
te desfloraram
ébrios no arrojo
de serem primeiros
a tocar-te ilhas virgens
[desbastadas por marés de prazer]?
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