pousava palavras no regaço.
mas não as lia!
mas não as lia!
antes esperava que elas lhe tomassem o pulso
e lhe lessem a orfandade que alaga o futuro
a quem castraram o sorrir.
Uma calçada para subir com o fulgor da paixão e descer com a convicção de regressar. Um espelho de momentos de contemplação, em que sentado num degrau observo, ouço e sinto privilégios que me sejam concedidos. Um lugar de recato onde semear divagações será a forma de descobrir novos caminhos.