© Schnette
gosto dos livros tantos que guardas na boca e, numa brisa de conversa, desfolhas em páginas de erudição. mas gosto sobretudo dos capítulos que te melam os lábios e a língua e que unes folha a folha, com vulcanicidade, na minha boca.
Uma calçada para subir com o fulgor da paixão e descer com a convicção de regressar. Um espelho de momentos de contemplação, em que sentado num degrau observo, ouço e sinto privilégios que me sejam concedidos. Um lugar de recato onde semear divagações será a forma de descobrir novos caminhos.