quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Pedra_das... XXVII


lembra-me nos momentos de tristeza e solidão em que o tempo parece isolar-te nas horas demoradas que se vazam,
mas lembra-me, sobretudo, nos dias de folia e festa em que os sorrisos te cercam… 
] porque te sentes incompleta!      

2 comentários:

Sopro Vida Sem Margens disse...

lembra-me do pronome que te aflora os dedos até ascenderem o olhar cúmplice da semente do sol...lembra-me do que te contam as horas quando os gestos em expansão te conta extraordinárias histórias sobre a solidão...lembra-me do céu que te usa para expressares espanto e te aguça lá fora a excrescência carnosa das aves...
lembra-me “do” tudo que não foi dito anteriormente...lembra-te do ébano do silêncio - um pouco, ou algum tanto - porque insígnia é a cor acima de qualquer dúvida no meio dos teus olhos que se descobrem dissimuladamente no todo que a tua língua evoca e não se lembra…

Maria Silva disse...


Códigos, como postais, ou folhas deixadas ao vento,também podem encontrar horizontes fechados entre montanhas...
Enquanto a luz não sumir,a emoção do encanto que apaixona também não...
Endereços conhecidos nunca enganam - ultrapassam a vida. Vencem a morte,são mais tenazes que o vento mais forte.
Decifrar códigos recorrentes...pode não cansar o intelecto, mas deixar sombras na alma.
E aí...surgir a escuridão.